Ouça clicando aqui o áudio da palestra de Sérgio Thiesen que discorreu sobre o tema central: Ação e Reação. Vale a pena ouvir.
Livros que Edificam
Breve estaremos postando aqui livros livros que edificam a alma. Passe sempre por aqui que teremos novidade.
Sobre O Castigo Eterno
Palavras de Kardec
Com o atrativo de recompensas e temor de castigos, procura-se estimular o homem para o bem e desviá-lo do mal. Se esses castigos, porém, lhe são apresentados de forma que a sua razão se recuse a admiti-los, nenhuma influência terão sobre ele. Longe disso, rejeitará tudo: a forma e o fundo. Se, ao contrário, lhe apresentarem o futuro de maneira lógica, ele não o repelirá. O Espiritismo lhe dá essa explicação.
A doutrina da eternidade das penas, em sentido absoluto, faz do Ente Supremo um Deus implacável. Seria lógico dizer-se, de um soberano, que é muito bom, muito magnânimo, muito indulgente, que só quer a felicidade dos que o cercam, mas que ao mesmo tempo é cioso, vingativo, de inflexível rigor e que pune com o castigo extremo as três quartas partes dos seus súditos, por uma ofensa, ou uma infração de suas leis, mesmo quando praticada pelos que não as conheciam? Não haveria aí contradição? Ora, pode Deus ser menos bom do que o seria um homem?
Outra contradição. Pois que Deus tudo sabe, sabia, ao criar uma alma, se esta viria a falir ou não. Ela, pois, desde a sua formação, foi destinada à desgraça eterna. Será isto possível, racional? Com a doutrina das penas relativas, tudo se justifica. Deus sabia, sem dúvida, que ela faliria, mas lhe deu meios de se instruir pela sua própria experiência, mediante suas próprias faltas. É necessário, que expie seus erros, para melhor se firmar no bem, mas a porta da esperança não se lhe fecha para sempre e Deus faz que, dos esforços que ela empregue para o conseguir, dependa a sua redenção. Isto toda gente pode compreender e a mais meticulosa lógica pode admitir. Menos cépticos haveria, se deste ponto de vista fossem apresentadas as penas futuras.
Na linguagem vulgar, a palavra eterno é muitas vezes empregada figuradamente, para designar uma coisa de longa duração, cujo termo não se prevê, embora se saiba muito bem que esse termo existe. Dizemos, por exemplo, os gelos eternos das altas montanhas, dos pólos, embora saibamos, de um lado, que o mundo físico pode ter fim e, de outro lado, que o estado dessas regiões pode mudar pelo deslocamento normal do eixo da Terra, ou por um cataclismo. Assim, neste caso, o vocábulo - eterno não quer dizer perpétuo ao infinito.
Quando sofremos de uma enfermidade duradoura, dizemos que o nosso mal é eterno. Que há, pois, de admirar em que Espíritos que sofrem há anos, há séculos, há milênios mesmo, assim também se exprimam? Não esqueçamos, principalmente, que, não lhes permitindo a sua inferioridade divisar o ponto extremo do caminho, crêem que terão de sofrer sempre, o que lhes é uma punição.
Demais, a doutrina do fogo material, das fornalhas e das torturas, tomadas ao Tártaro do paganismo, está hoje completamente abandonada pela alta teologia e só nas escolas esses aterradores quadros alegóricos ainda são apresentados como verdades positivas, por alguns homens mais zelosos do que instruídos, que assim cometem grave erro, porquanto as imaginações juvenis, libertando-se dos terrores, poderão ir aumentar o número dos incrédulos. A Teologia reconhece hoje que a palavra fogo é usada figuradamente e que se deve entender como significando fogo moral (974). Os que têm acompanhado, como nós, as peripécias da vida e dos sofrimentos de além-túmulo, através das comunicações espíritas, hão podido convencer-se de que, por nada terem de material, eles não são menos pungentes. Mesmo relativamente à duração, alguns teólogos começam a admiti-la no sentido restritivo acima indicado e pensam que, com efeito, a palavra eterno se pode referir às penas em si mesmas, como conseqüência de uma lei imutável, e não à sua aplicação a cada indivíduo. No dia em que a Religião admitir esta interpretação, assim como algumas outras também decorrentes do progresso das luzes, muitas ovelhas desgarradas reunirá.
Da Proibição de Evocar Os Mortos
Alguns membros da Igreja apoiam-se na proibição de Moisés para
proscrever as comunicações com os Espíritos. Mas se sua lei deve ser
rigorosamente observada neste ponto, deve sê-lo igualmente em todos os outros.
Porque seria boa em relação às evocações e má em outras partes? Há que ser
conseqüente: se reconhece que sua lei não mais está em harmonia com os nossos
costumes e a nossa época. Alias é necessário nos reportarmos aos motivos que os
levaram a fazer tal proibição, motivos que, então, tinham uma razão de ser, mas
que, seguramente, não mais existem. Quanto à pena de morte, decorrente da
infração, é preciso considerar que nisto ele era muito pródigo e que, na sua
legislação draconiana, a severidade do castigo nem sempre era um índice da
gravidade da falta.
Endereços de Casas Espíritas
Endereços de Casas Espíritas em Palmas - Tocantins
Envie-nos o endereço de sua casa espírita, centros ou pontos de luz que divulgaremos aqui.
Envie-nos pelo comentários!
Prece de Alexandre
Sejam
para o teu coração misericordioso
Todas as nossas alegrias, esperanças e
aspirações!
Ensina-nos a
executar teus propósitos desconhecidos,
Abre-nos as portas de ouro das oportunidades do
serviço
E ajuda-nos a compreender a
tua vontade!...
Seja
o nosso trabalho a oficina sagrada de bênçãos infinitas,
Converte-nos as dificuldades em estímulos
santos,
Transforma os
obstáculos da senda em renovadas lições...
Em teu nome,
Semearemos o bem onde surjam espinhos do mal,
Acenderemos tua luz onde a treva demore,
Verteremos o bálsamo do teu amor onde corra o
pranto do sofrimento,
Proclamaremos
tua bênção onde haja condenações,
Desfraldaremos tua bandeira de paz junto às
guerras do ódio!
Senhor,
Dá que possamos servir-te
Com a fidelidade com que nos amas,
E perdoa nossas fragilidades e vacilações na
execução de tua obra.
Fortifica-nos
o coração
Para que o
passado não nos perturbe e o futuro não nos inquiete,
A fim de que possamos honrar-te a confiança no
dia de hoje,
Que nos deste
Para a renovação permanente até à vitória
final.
Somos tutelados na
Terra,
Confundidos na
lembrança
De erros
milenares,
Mas queremos,
agora,
Com todas as forças
d’alma,
Nossa libertação em
teu amor para sempre!
Arranca-nos
do coração as raízes do mal,
Liberta-nos dos desejos inferiores,
Dissipa as sombras que nos obscurecem a visão
de teu plano divino
E
ampara-nos para que sejamos
Servos
leais de tua infinita sabedoria!
Dá-nos o equilíbrio de tua lei,
Apaga o incêndio das paixões que, por vezes,
Irrompe, ainda,
No âmago de nossos sentimentos,
Ameaçando-nos a construção da espiritualidade
superior
Conserva-nos em
tua inspiração redentora,
No
ilimitado amor que nos reservaste
E que, integrados no teu trabalho de
aperfeiçoamento incessante,
Possamos
atender-te os sublimes desígnios,
Em todos os momentos,
Convertendo-nos
em servidores fiéis de tua luz, para sempre!
Assim
seja.
Rádio Ser - Música e Espiritualidade
Ouça - Participe - Divulgue
Lei do Caminhão de Lixo
Por Arnaldo Jabor
Um
dia peguei um táxi para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa
quando um carro preto saiu de repente do estacionamento direto na nossa
frente.
O taxista pisou no freio bruscamente, deslizou e escapou de bater em outro carro, foi mesmo por um triz!
O taxista pisou no freio bruscamente, deslizou e escapou de bater em outro carro, foi mesmo por um triz!
O motorista desse outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós nervosamente.
Mas o taxista apenas sorriu e acenou para o cara, fazendo um sinal de positivo. E ele o fez de maneira bastante amigável.
Indignado lhe perguntei: 'Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro, a nós e quase nos manda para o hospital?!?!'
Foi quando o motorista do taxi me ensinou o que eu agora chamo de "A Lei do Caminhão de Lixo.”
Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo.
Andam por aí carregadas de lixo, cheias de frustrações, de raiva, traumas e desapontamento.
À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar e às vezes descarregam sobre a gente.
Nunca tome isso como pessoal.
Isto não é problema seu! É dele!
Apenas sorria, acene, deseje-lhes sempre o bem, e vá em frente.
Não pegue o lixo de tais pessoas e nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, EM CASA, ou nas ruas.
Fique tranquilo... respire E DEIXE O LIXEIRO PASSAR.
O princípio disso é que pessoas felizes não deixam os caminhões de lixo estragar o seu dia.
A vida é muito curta, não leve lixo com você!
Limpe os sentimentos ruins, aborrecimentos do trabalho, picuinhas pessoais, ódio e frustrações.
Ame as pessoas que te tratam bem. E trate bem as que não o fazem.
A vida é dez por cento do que você faz dela e noventa por cento da maneira como você a recebe!
Indignado lhe perguntei: 'Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro, a nós e quase nos manda para o hospital?!?!'
Foi quando o motorista do taxi me ensinou o que eu agora chamo de "A Lei do Caminhão de Lixo.”
Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo.
Andam por aí carregadas de lixo, cheias de frustrações, de raiva, traumas e desapontamento.
À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar e às vezes descarregam sobre a gente.
Nunca tome isso como pessoal.
Isto não é problema seu! É dele!
Apenas sorria, acene, deseje-lhes sempre o bem, e vá em frente.
Não pegue o lixo de tais pessoas e nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, EM CASA, ou nas ruas.
Fique tranquilo... respire E DEIXE O LIXEIRO PASSAR.
O princípio disso é que pessoas felizes não deixam os caminhões de lixo estragar o seu dia.
A vida é muito curta, não leve lixo com você!
Limpe os sentimentos ruins, aborrecimentos do trabalho, picuinhas pessoais, ódio e frustrações.
Ame as pessoas que te tratam bem. E trate bem as que não o fazem.
A vida é dez por cento do que você faz dela e noventa por cento da maneira como você a recebe!
Tenham uma ótima semana e lembrem-se: livre-se do lixo!
Memórias Do Padre Germano
É de origem mediúnica esta maravilhosa obra, recebida num Centro
Espírita da Espanha dos fins do século XIX e compilada pela notável
escritora Amália Domingo Sóler. Em estilo novelesco, o luminoso Espírito
Padre Germano descreve o seu trabalho de sacerdote católico,
desenvolvido durante a sua última encarnação terrena, toda ela
consagrada à consolação dos humildes e oprimidos. Em tudo que diz há
tanto sentimento, tanta religiosidade e amor a Deus, tal admiração às
leis eternas e tão grande enlevo pela Natureza, que, lendo os seus
escritos, a criatura mais atribulada se consola, o mais cético espírito
medita, comove-se o mais insensível. O leitor encontra nesta obra uma
demonstração inquestionável de que só o esforço pessoal, nobre e
devotado, edifica para a eternidade.
Para baixar Clique Aqui!
Devemos Crer na Bíblia Piamente?
A Bíblia para os protestantes é a única regra de fé
e prática, ela é a “palavra de Deus”, cada um dos seus textos foi divinamente inspirado
e dela nada pode ser retirado, nem a ela acrescido. Vale transcrever aqui o
judicioso comentário do escritor RUBEM ALVES:
“Parte-se de um “a priori” dogmático: A Bíblia foi escrita por inspiração de Deus. Mas, mais do que isto. Não basta dizer “foi”, porque então entraríamos no campo das mediações históricas. Como garantir que o texto não foi corrompido? E com isto a autoridade se dissolve pela dúvida. O texto foi preservado puro em todos os séculos, de sorte que o texto que temos hoje diante de nós contém, na sua totalidade, as próprias palavras de Deus. A Bíblia é, assim, a voz de Deus”. (“Protestantismo e Repressão”, ed. Ática, pg. 98).
Nós não temos da Bíblia a mesma noção que
os nossos irmãos evangélicos. Respeitamo-la como um repositório de ensinamentos
divinamente inspirados e, sobretudo, como acervo documentário da história do
povo hebreu. Duas mensagens importantes nela se inserem, visando a impulsionar
os homens pela senda do progresso: Uma no Antigo Testamento, consistente no
código de moral ministrado por Moisés com as “Tábuas da Lei”. Outra no Novo
Testamento, dada por Jesus, com a noção da imortalidade da alma e das
recompensas e punições após a morte, segundo as obras, boas ou más, do ser
humano em sua existência terrena.
Essas mensagens são consideradas
“revelações” e o são, com efeito, no sentido de constituírem ensinamentos novos
para o povo a que eram dirigidas; mas, se compulsarmos a História, veremos que
não foram ensinos dados em primeira mão, pois outros povos mais antigos, já os
haviam recebido.
O Velho Testamento, em séculos composto,
contêm a tradição e a saga dos hebreus:
Seus juízes e reis, seus heróis e profetas,
“olho por olho” é a Lei, Jeová zeloso é o Deus.
Mas eis que vem Jesus e, afastando a cortina
da opressão, faz brilhar excelsa claridade;
surge, em manhã radiosa o Novo Testamento
com mensagens de paz, perdão, fraternidade.
Cristo veio mostrar que a morte não existe,
que a vida continua, e o galardão consiste
em receber cada um segundo o que fizer.
Cada qual examine bem o ensinamento,
veja, à luz do Evangelho, o seu comportamento
e diga que é Cristão, depois, se assim quiser.
contêm a tradição e a saga dos hebreus:
Seus juízes e reis, seus heróis e profetas,
“olho por olho” é a Lei, Jeová zeloso é o Deus.
Mas eis que vem Jesus e, afastando a cortina
da opressão, faz brilhar excelsa claridade;
surge, em manhã radiosa o Novo Testamento
com mensagens de paz, perdão, fraternidade.
Cristo veio mostrar que a morte não existe,
que a vida continua, e o galardão consiste
em receber cada um segundo o que fizer.
Cada qual examine bem o ensinamento,
veja, à luz do Evangelho, o seu comportamento
e diga que é Cristão, depois, se assim quiser.
A Gênese
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Sinopse
É uma das cinco obras básicas da Codificação do Espiritismo. É um livro que, conhecido e estudado, proporciona uma oportunidade excepcional de imersão em grandes temas de interesse universal, abordados de forma lógica, racional e reveladora. Divide-se em três partes: Na primeira parte, analisa a origem do planeta Terra, de forma coerente, fugindo às interpretações misteriosas e mágicas sobre a criação do mundo; Em sua segunda parte, aborda a questão dos milagres, explicando a natureza dos fluidos e os fatos extraordinários contidos no Evangelho; Na terceira parte enfoca as predições do Evangelho, os sinais dos tempos e a geração nova, que marcará um novo tempo no Mundo com a prática da justiça, da paz e da fraternidade. Os assuntos apresentados nos dezoito capítulos desta obra têm como base a imutabilidade das grandiosas Leis Divinas.
O Céu e o Inferno
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Sinopse
“O Livro dos Médiuns” é uma das cinco obras que constituem a Codificação da Doutrina Espírita. Reúne “o ensino especial dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o mundo invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os tropeços que se podem encontrar na prática do Espiritismo”. Apresenta ainda, na parte final, precioso vocabulário básico espírita. De leitura e consulta indispensável para os espíritas, será sempre uma preciosa fonte de conhecimento também para qualquer pessoa indagadora e atenta ao fenômeno mediúnico, que se manifesta crescentemente no mundo inteiro, dentro ou fora das atividades espíritas. Sendo os homens parte integrante do intercâmbio entre os dois planos da vida o material e o espiritual, o melhor é que conheçamos, e bem, os mecanismos desse relacionamento. “O Livro dos Médiuns” é o manual mais seguro para todos os que se dedicam às atividades de comunicação com o Mundo Espiritual.
O Céu e o Inferno
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Sinopse
Esta é uma das cinco obras básicas que compõem a Codificação do Espiritismo. Seu principal escopo é explicar a Justiça de Deus à luz da Doutrina Espírita. Objetiva demonstrar a imortalidade do Espírito e a condição que ele usufruirá no Mundo Espiritual, como conseqüência de seus próprios atos. Divide-se em duas partes: A primeira, estabelece um exame comparado das doutrinas religiosas sobre a vida após a morte. Mostra fatos como a morte de crianças, seres nascidos com deformações, acidentes coletivos e uma gama de problemas que só a imortalidade da alma e a reencarnação explicam satisfatoriamente. Kardec procura elucidar temas como: anjos, céu, demônios, inferno, penas eternas, purgatório, temor da morte, a proibição mosaica sobre a evocação dos mortos, etc. Apresenta, também, a explicação espírita contrária à doutrina das penas eternas. A segunda parte, resultante de um trabalho prático, reúne exemplos acerca da situação da alma durante e após a desencarnação. São depoimentos de criminosos arrependidos, de espíritos endurecidos, de espíritos felizes, medianos, sofredores, suicidas e em expiação terrestre. Livros da Codificação Espírita: O Livro dos Espíritos, 1857; O Livro dos Médiuns, 1861; O Evangelho segundo o Espiritismo, 1864; O Céu e o Inferno, 1865; A Gênese, 1868.
O Livro Dos Espíritos
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Sinopse
Dos cinco livros fundamentais que compõem a Codificação do Espiritismo, este foi o primeiro, reunindo os ensinos dos Espíritos Superiores através de médiuns de várias partes do Mundo. Ele é o marco inicial de uma Doutrina que trouxe uma profunda repercussão no pensamento e na visão de vida de considerável parcela da Humanidade, desde 1857, data da primeira edição francesa. Estruturado em quatro partes e contendo 1.019 perguntas formuladas pelo Codificador, aborda os ensinamentos espíritas, de uma forma lógica e racional, sob os aspectos científico, filosófico e religioso. Independentemente de crença ou convicção religiosa, a leitura de “O Livro dos Espíritos” será de imenso valor para todos, porque trata de Deus, da imortalidade da alma, da natureza dos Espíritos, de suas relações com os homens, das leis morais, da vida presente, da vida futura e do porvir da Humanidade, assuntos de interesse geral e de grande atualidade.
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